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WILSON
MARTINS
escritor e crítico
("O Globo", 22/6/1996)
"Começa
a florescer em 1996 a nova espécie de romance realista, não
como obra de observação social, mas como obra de imaginação.
(...) Nesse grupo, Renato Ventura Modernell é, mesmo, o caso exemplar.
Tendo escrito não só 'o romance de São Paulo', mas,
provavelmente, o único romance da cidade de São Paulo ('Sonata
da Última Cidade', 1988), sua obra, ao que parece, ainda não
estimulou os neurônios da crítica brasileira, nem mesmo os
das casas editoras: 'Os Jornalistas' aparece em edição do
autor e circulação necessariamente limitada."
LÚCIA
REBOUÇAS
jornalista
("Gazeta Mercantil", 1/9/1995)
"Num
recurso emprestado à linguagem dos primeiros romancistas, Modernell
conversa com o leitor. Essa incursão às origens se estende
até a apresentação gráfica dos capítulos.
Todos são abertos com um pequeno resumo no estilo de antigamente
e na forma como ainda é usada nos resumos das telenovelas feitos
pelos jornais. Uma ironia. (...) Os capítulos são numerados
de forma decrescente, como a marcar a circularidade da história,
o carrossel."
MILTON
BELINTANI
jornalista
(revista "Principal", dez/1995)
"Escritor
várias vezes premiado, Modernell lançou-se de corpo e alma
numa empreitada inédita em sua carreira literária: ele escreveu,
produziu e distribuiu sozinho seu novo romance - 'Os Jornalistas, o Romance
do Carrossel', cuja boa acolhida do público indica uma urgente
republicação."
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