Trilogia Paulistana (2)
OS JORNALISTAS
romance; 384 pág.; ed. do autor; São Paulo, 1995
Combinando recursos ficcionais e ensaísticos, o livro recria o mundo frenético do jornalismo e revela dramas interiores de profissionais que lidam com a informação em meio às múltiplas pressões do dia-a-dia em São Paulo.


WILSON MARTINS
escritor e crítico
("O Globo", 22/6/1996)
"Começa a florescer em 1996 a nova espécie de romance realista, não como obra de observação social, mas como obra de imaginação. (...) Nesse grupo, Renato Ventura Modernell é, mesmo, o caso exemplar. Tendo escrito não só 'o romance de São Paulo', mas, provavelmente, o único romance da cidade de São Paulo ('Sonata da Última Cidade', 1988), sua obra, ao que parece, ainda não estimulou os neurônios da crítica brasileira, nem mesmo os das casas editoras: 'Os Jornalistas' aparece em edição do autor e circulação necessariamente limitada."

LÚCIA REBOUÇAS
jornalista
("Gazeta Mercantil", 1/9/1995)
"Num recurso emprestado à linguagem dos primeiros romancistas, Modernell conversa com o leitor. Essa incursão às origens se estende até a apresentação gráfica dos capítulos. Todos são abertos com um pequeno resumo no estilo de antigamente e na forma como ainda é usada nos resumos das telenovelas feitos pelos jornais. Uma ironia. (...) Os capítulos são numerados de forma decrescente, como a marcar a circularidade da história, o carrossel."

MILTON BELINTANI
jornalista
(revista "Principal", dez/1995)
"Escritor várias vezes premiado, Modernell lançou-se de corpo e alma numa empreitada inédita em sua carreira literária: ele escreveu, produziu e distribuiu sozinho seu novo romance - 'Os Jornalistas, o Romance do Carrossel', cuja boa acolhida do público indica uma urgente republicação."


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