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WILSON
MARTINS
escritor e crítico
("Jornal do Brasil", 19/6/1993)
"'Sonata
da Última Cidade' é não só 'O Romance de São
Paulo', como diz o subtítulo, mas o maior e melhor romance de São
Paulo jamais escrito."
DEONÍSIO DA SILVA
escritor
("Jornal da Tarde", São Paulo, 26/11/1988)
"É
assim, minucioso sem ser monótono, mais narrando que descrevendo,
que Renato Modernell, em 'Sonata da Última Cidade', refaz uma história
clandestina de São Paulo. (...) O périplo da família
Carlini no Brasil foi refeito com mãos de mestre. Quem já
conhecia a ficção deste gaúcho de Rio Grande não
se surpreendeu. Aí está o grande romance que se anunciava."
GERALDO
GALVÃO FERRAZ
jornalista e
crítico
("Shopping News", 30/10/1988)
"Em vez
de escrever meramente a crônica de uma família -- no caso
a família Carlini, de imigrantes italianos --, Modernell conseguiu
repetir o brilho de outros livros anteriores, como 'Che Bandoneón'
e 'Meninos de Netuno', manejando com agilidade e habilidade a carpintaria
romanesca, tendo sempre à mão um humor sutil e eficaz que
já faz parte do seu estilo característico e pessoal."
ETHEL
LEON
Jornalista
(revista "Teoria e Debate", jan-fev-mar/1989)
"Um
livro para se reler São Paulo, à procura da resposta para
a pergunta formulada ao longo da narrativa e que, paulistas ou não,
nos fazemos, aflitos ou canhestros: para onde vai esse livro da nossa
história e quem será seu autor?"
JORNAL
"O ESTADO"
(Florianópolis,
23/10/1988)
"Como poeta
e contista, Renato Modernell tem um estilo denso, inspirando-se na vertente
literária argentina, fazendo registros de memória de uma
forma mágica e cheia de vigor. (...) Com 'Sonata da Última
Cidade', atinge sua maturidade como escritor, colocando-se ao nível
dos nossos grandes cronistas."
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