| LUIZA
PASTOR
(revista Istoé, 27/2/2002)
“O mais interessante, porém, é a proposta de opor as angústias e dúvidas
de um viajante solitário aos diálogos com Marco Polo, o explorador
veneziano mais famoso da história. A situação que leva ao encontro e à
intimidade nascida entre os dois homens, apesar do peso dos séculos
separando-os, só poderia ser ambientada à meia-luz das vielas e dos
canais da misteriosa e bela Veneza.”
ALMIR DE FREITAS
Jornalista
(revista Bravo, março 2002)
“O romance é uma divertida fantasia sobre a história e a
literatura, que não renuncia, entretanto, a um cuidado em reconstruir
geografias e arquiteturas de épocas tão diferentes.”
STEFANIA CHIARELLI
Crítica
literária
(Correio Braziliense, 17/3/2002)
“Certamente um dos pontos de destaque do livro reside na
possibilidade de discutir aspectos referentes às formas de conhecimento
histórico. (...) E nessa engenhosa história, temos Lira andando à
deriva por Veneza, passando todo o tempo a fotografar turistas, mais uma
vez demonstrando a situação peculiar que lhe cabe: a de registrar
momentos alheios.”
CRISTIAN AVELLO
CANCINO
(revista
Istoé Gente, 29/4/2002)
“Se, valendo-se de sua influência sobre os políticos locais,
Marco providenciasse a volta de Dante a sua cidade natal, Dante, em troca,
falaria de Marco na ‘Divina Comédia’, garantindo seu lugar na
posteridade. Com prosa exuberante, Modernell teceu uma pequena
obra-prima.”
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